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ONGs acionam Polícia Federal para investigar tortura do cão Orelha por suspeita de parcialidade


    VT Notícias: Organizações não governamentais e entidades de proteção animal intensificaram a pressão para que a Polícia Federal (PF) e o Ministério Público Federal (MPF) assumam as investigações sobre a tortura e morte do cão Orelha, ocorrida em Florianópolis, Santa Catarina.

O movimento pela federalização do caso ganhou força após a apresentação de uma representação formal feita na última segunda-feira (2/2) pelo Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal, em parceria com o Instituto de Proteção Animal do Brasil e a Associação Gaia Libertas.

Segundo a advogada Ana Paula Vasconcelos, integrante do Fórum Nacional, a medida é necessária devido a contradições na apuração conduzida pela Polícia Civil catarinense e a indícios de que autoridades locais estariam sob influência das famílias dos envolvidos.

As entidades apontam riscos de parcialidade institucional e inefetividade na perseguição penal, ressaltando ainda que os crimes podem ter sido incentivados por “desafios de crueldade” em plataformas on-line, o que atrairia a competência federal para o caso.

O crime, cometido por quatro adolescentes, chocou o país pela gravidade dos ferimentos que levaram o animal a ser submetido à eutanásia.

Em resposta à brutalidade, manifestantes foram às ruas em diversos estados no último sábado (31/1), incluindo uma “cãominhada” no Sudoeste, no Distrito Federal, organizada pela Associação Apdog, para cobrar justiça e o fim da impunidade em casos de maus-tratos contra animais.

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