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Acusada de matar o ex-marido em Arapiraca, médica responde em liberdade, mas continua afastada da filha


  VT Notícias: Mesmo após deixar a prisão e passar a responder ao processo em liberdade, a médica Nádia continua impedida de manter qualquer contato com a própria filha por determinação da Justiça. A restrição segue em vigor por causa de uma ação de guarda iniciada pelo ex-marido, Alan Victor, morto por ela em novembro.

A defesa sustenta que o processo perdeu validade com a morte do autor da ação e deveria ter sido encerrado automaticamente. Ainda assim, a medida segue produzindo efeitos práticos e mantém o afastamento entre mãe e filha. Para a advogada Júlia Nunes, trata-se de uma situação jurídica que não se sustenta, já que a ação deixou de ter objeto.

A revogação da prisão preventiva foi determinada pelo Tribunal de Justiça de Alagoas, que entendeu não estarem presentes, neste momento, os requisitos para manter a custódia cautelar. A decisão, no entanto, não altera o andamento do processo criminal. Nádia permanece formalmente acusada pelo homicídio e segue respondendo à ação penal.

Entre as determinações impostas pela Justiça está a proibição de aproximação da criança, medida que funciona de forma semelhante a uma ordem protetiva e impede qualquer tipo de contato direto. Antes disso, o Judiciário já havia definido que a guarda provisória ficaria com as avós maternas, condição que permanece até nova análise da Vara de Família.

Familiares e advogados da médica alegam que a criança teria sido vítima de abusos cometidos pelo pai, mas as acusações não foram confirmadas judicialmente e correm sob sigilo.

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